Os 10 jogadores mais feios da história das Copas


10 – Taribo West – Nigéria


Campeão olímpico com a Nigéria de 1996, West disputou as Copas de 1998 e 2002. Apesar de não ser um primor de zagueiro, teve relativo sucesso no futebol europeu, onde atuou em equipes da estirpe de Inter e Milan, além de passagens pelo futebol inglês e alemão, entre outros. Mas o estilo de jogo do nigeriano é irrisório perto do que realmente o tornou famoso na história do futebol: os diversos tipos de penteados “exóticos” adotados pelo zagueiro ao longo de sua carreira.

9 – Carles Puyol – Espanha

ícone do Barcelona, o zagueiro e lateral também é peça importante da seleção espanhola desde a última década. Atual vice-capitão da equipe, o catalão tem duas Copas do Mundo no currículo, além de fazer parte da equipe campeã europeia em 2008. Porém, a vasta cabeleira e a expressão carrancuda sempre foram as marcas deste verdadeiro “coringa”, que conquistou catalães e espanhóis em geral pela sua raça e entrega em campo.
8 – Jim Leighton – Escócia

Segundo jogador que mais vestiu a camisa da Escócia (91 vezes), o ex-goleiro de Aberdeen, Manchester United e Arsenal disputou quatro Copas (1982, 1986, 1990 e 1998). Assim como Stiles, era outro adepto de não usar a dentadura em diversos jogos, fato que deixava sua aparência assustadora para qualquer atacante que tentasse violar a sua meta.
7 – Carlos Tevez – Argentina

Ídolo de grandes torcidas, como a do Boca Juniors e Corinthians, Tevez faz questão de carregar consigo as cicatrizes de sua dura infância, quando teve um acidente doméstico que resultou na sua aparência atual. Porém, o argentino que começou a jogar no Forte Apache – uma espécie de favela em Buenos Aires – fez sucesso no futebol. O jogador do Manchester City atuou na Copa de 2006, deixando sua marca na goleada diante da Sérvia, por 6 a 0. É um dos “queridinhos” do técnico Maradona, desde os tempos em que atuava pelo clube de coração do atual treinador da Argentina, o Boca Juniors.
6 – Nobby Stiles – Inglaterra

Volante ríspido, Norbert Stiles não impressionava apenas pelo modo duro de tentar desarmar os ataques adversários. O ex-jogador de Manchester United e Middlesbrough não era adepto do uso da dentadura quando estava em campo, o que lhe dava uma aparência ainda mais intimidadora aos olhos adversários. Era peça importante na equipe do técnico Alf Ramsey que conseguiu o único título da Inglaterra, em 1966. Eleito para o Hall da fama do futebol inglês, foi reverenciado como o grande líder daquela equipe, da qual ficou ironicamente conhecido como “Feliz” – algo que os jogadores dizia que ele não mostrava em seu semblante dentro de campo.
5 – Trifon Ivanov

Conhecido também como o “Lobo Búlgaro”, por conta de sua aparência – quase sempre com barba e cabelos desgrenhados -, o zagueiro Ivanov marcou época na seleção da Bulgária. Ao lado de jogadores como Stoichkov e Letchkov, fez parte da equipe que foi quarta colocada na Copa de 1994, melhor colocação da Bulgária na história. Além do feito no Mundial dos Estados Unidos, foi herói nacional ao marcar o gol da classificação contra os russos, nas Eliminatórias para a Copa de 1998, da qual foi o capitão da equipe, que acabaria caindo na primeira fase.
4 – Paul Breitner – Alemanha

Polêmico e campeão são as melhores palavras para definir Breitner (esq), de currículo invejável no futebol: Uma Copa conquistada (1974, anotando um dos gols na final diante da Holanda) e um vice (1982) com a seleção alemã, além de passagens destacadas por Bayern de Munique e Real Madrid. Lateral que depois se transformou em um exímio meio-campista, era socialista convicto e sua famosa barba fazia parte da forte personalidade mostrada fora de campo. Contudo, nem quando Breitner fez a barba – para um comercial de cosméticos – sua “imagem” melhorou, sendo sempre lembrado em listas que enumeram as figuras mais bizarras em Mundiais.
3 – Carlos Valderrama – Colômbia

Integrante da melhor geração colombiana da história, ao lado de nomes como Higuita, Asprilla, Óscar e Ivan Córdoba, Rincón e Aristizábal, entre outros, Valderrama marcou época. Não só pela sua habilidade como meia armador, mas também pela sua exótica cabeleira, que acabou se tornando a sua marca registrada – fez até com fosse capa de um famoso game de futebol, no final da década de 90. Participou de três Copas do Mundo (1990, 1994 e 1998) e ainda ostenta a marca de ser o jogador que mais atuou pela seleção colombiana, com 111 jogos disputados entre 1985 e 1998.
2 – Ronaldinho – Brasil

Revelado no Grêmio, o meia ficou conhecido no mundo do futebol pela técnica espantosa com a bola nos pés e pelos dentes salientes em sua boca – que depois ganharam a compania do cabelo longo e encaracolado. Campeão mundial em 2002 com a Seleção, foi a principal figura do fabuloso Barcelona de Frank Rijkaard, campeão europeu em 2005/06. Eleito como melhor do mundo por duas vezes (2004 e 2005), vive a expectativa de disputar a sua terceira Copa consecutiva, apesar de não ser convocado pelo técnico Dunga há algum tempo.
1 – Franck Ribéry – França

Conhecido como “Scarface” (referência ao filme estrelado por Al Pacino), Ribéry sofreu um acidente automobilístico com apenas dois anos de idade, que o deixou com diversas cicatrizes no rosto. Ainda assim, o francês rechaça qualquer tipo de mudança em sua estranha aparência. “Jamais farei uma cirurgia plástica no rosto, porque deixaria de ser eu”, afirmou. Com personalidade, o meia cresceu no futebol mundial e atualmente é cobiçado pelas maiores equipes do mundo. Considerado o “sucessor” de Zidane na França, marcou um gol na Copa de 2006, da qual seria vice-campeão.
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